Correntes ? Tome cuidado


É bom tomar cuidado com estas correntes. Muitas delas no mínimo destina-se a aumentar o número de e-mail na lista dos spamers.


Para entender melhor, vejam este site:

http://www.quatrocantos.com/LENDAS/465_criancas_adolescentes_desaparecidos.htm

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insatisfação de funcionário = insatisfação do cliente


Diariamente utilizo transporte público em Fortaleza para me descolar para o Colégio Shalom, para minha casa comunitária, para o apartamento onde moro, pelo menos todos os dias pego 6 ônibus diferentes.

Alguns meses atrás os motoristas e cobradores de ônibus fizeram uma greve em virtude de uma solicitação de aumento salarial (penso que o aumento é justo), mas foi um transtorno em toda cidade.

O fato é que o aumento solicitado não foi dado. Resultado disso tem sido um péssimo serviço prestado pelas empresas responsáveis pelo transporte público, os motoristas não param no ponto, abusam da velocidade, freiam bruscamente, os ônibus andam na faixa da esquerda para não pegar passageiros, os motoristas tratam mal as pessoas (idosas, gestantes), que necessitam entrar pela porta dianteira.

Não estou generalizando a categoria, até por que seria um absurdo, mas manter funcionário insatisfeito significa dizer que é manter clientes insatisfeitos, ops! cliente insatisfeito não se mantém, por que ele simplesmente não volta mais.

Um forte abraço!

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Ouvindo se inova

Já escrevi sobre o projeto Fiat Mio, um projeto inovador que conta com um processo colaborativo das pessoas para criação de um novo carro. Confira o making of. Acho uma ideia fantástica na elaboração de novos produtos, isso em nossa realidade de evangelização pode contribuir imensamente para o desenvolvido de atividades que impactam mais as pessoas. Pra isso acontecer basta coragem para ouvir. SIMPLES!

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Empresas que entendem o novo fogem de receitas de bolo. E você, de qual lado está?

Empresas realmente inovadoras têm encontrado novas respostas antes de fazerem novas perguntas. Por isso, fuja das receitas de bolo que enquadram o processo inovador com regras e técnicas

Em maio de 2000, quando era diretor associado da consultoria Strategos, fundada por Gary Hamel, e dei início ao kick-off do projeto de inovação que levaria a Whirlpool (dona das marcas Brastemp e Cônsul) a ser a empresa mais inovadora do Brasil, segundo divulgação inicial da revista Época Negócios em Setembro de 2010), devo admitir que não eram poucas as minhas dúvidas. Agora, dez anos mais tarde com minha própria consultoria de inovação (innovationSEED) e mais de 50 projetos de inovação nas costas, estou convencido de que a inovação é uma das questões mais complexas e incompreendidas no mundo corporativo. E, o que é pior, é que inovação tornou-se um tema popular! Agora muitos tratam de simplificá-la procurando enquadrá-la em uma “receita de bolo”.

Muitas companhias não entendem de fato o que a inovação significa. Tratam de defini-la como um produto ou serviço novo, processo, técnica ou uma nova ideia que é implementada com sucesso. Cada uma dessas definições apresenta diferentes problemas. Um novo produto, quando bem sucedido, é copiado por concorrentes. Um serviço inovador - como o sistema de busca do Google, encontra dificuldades para ir além do inicial sucesso. Depois de dez anos procurando inovar além do seu bem sucedido sistema de busca, ainda mais de 99% da receita do Google vem de propaganda baseada em busca. Maneiras inovadoras de trabalhar - como é o caso da Dell com seu modelo de computadores “feitos sob medida” também estão limitados no seu potencial de promover crescimento continuado. A Dell atualmente luta bastante para continuar crescendo. E mesmo que companhias consigam captar e implementar ideias, não podemos de fato chamá-las de inovadoras.

“Receitas de bolo” de inovação começam com as grandes “diretrizes de inovação”. Em seguida, propõe comissões, processos e técnicas e depois “business inteligence” ou “gestão de conhecimento” ou “tendências a respeito do consumidor”. Ao invés de considerar inovação um processo de aprendizagem e de descoberta ativa, elas usam o conhecimento atual. Tratam de encontrar novas respostas antes de fazerem novas perguntas. Receitas de bolo de inovação enquadram o processo inovador com regras e técnicas que no fim das contas limitam a possibilidade de aprendizagem e descoberta a partir do desconhecido. Tais receitas fragmentam o processo de inovação em pequenos pedaços desconexos, ao invés de sintetizar a inovação em algo de natureza mais complexa e sistêmica.

Gary Hamel fala sobre quando uma empresa deve voltar ao "básico". Assista!


Tínhamos grandes expectativas quando, em maio de 2000, demos o pontapé inicial ao projeto Whirlpool no Brasil. No entanto, a maioria dos bons resultados que nasceram desse projeto, veio daquilo que não sabíamos antes. Descobrimos a necessidade de inovação nos modelos de negócios ao invés de focar diretamente em produtos, serviços ou processos. Por exemplo, a Apple lançou seu iPod dez anos atrás e este continua sendo o líder. Não tanto porque tinham um produto inovador (MP3 com design já estavam disponíveis no mercado), mas muito mais devido ao seu modelo de negócio inovador.

A Apple quebrou o empate entre a indústria fonográfica e o site de download gratuito - “Napster”, tornando possível (por um preço incomparável ao do CD) o acesso mais prático de música e sob um formato melhor. Ela inovou seu modelo de negócios por meio de um website de aquisição de música que usava downloads legais e desenvolveu um software que tornava a tarefa simples. Inovando o modelo de negócios fez com que a inovação do produto se tornasse a consequência e não o foco principal de inovação. Tudo isso resultou em inovação no modelo de negócios, tarefa certamente mais complexa.

A maioria das empresas investe em inovação visando criar um novo produto, serviço, processo ou ideia para o seu modelo de negócios atuais. No entanto, a única maneira para atingir novas linhas de receitas de forma sustentável é inovando no modelo de negócios. Essa confusão a respeito do papel da inovação no futuro destino da companhia cria poucas condições favoráveis para os esforços de inovação. Assim, a receita de bolo de inovação que muitos livros, especialistas, professores, cursos, e consultores vendem acabam prejudicando a possibilidade de inovação de verdade.

Kip Garland (Fundador da innovationSEED®, consultoria de “learning to innovate ”. Garland é formado em Física pela California State University com mestrado em Estratégia Internacional em Administração de Empresas pela Stockholm School of Economics (Suécia), ESADE (Espanha), FGV (Brasil) e Universidade Minnesota.

HSM Online
20/10/2010

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Slides - Liderança baseada em Jesus Cristo


Pessoal,


Segue o link para download da palestra liderança baseada em Jesus Cristo.

Link: http://www.4shared.com/document/LGz1yNFW/Liderana_Baseada_em_Jesus.html

Obrigado por compartilhar experiências com vocês.

Um abraço Sobral

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HSM ExpoManagement 2010

Pessoal
A expomanagement 2010 é uma grande oportunidade de aprendizado, troca de experiências e um dos maiores eventos de gestão do país. Vale a pena conferir ao vivo ou pelo site da HSM.

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Slides sobre sentido do trabalho

Olá Pessoal,

Segue link para download do material que utilizei no curso: liderança cristã no trabalho em Sobral.

http://www.4shared.com/document/u-A2pea-/O_Sentido_do_Trabalho__Verso_J.html

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Faltou capacitação e algo mais!

Estamos vivendo uma grande crise no meio político, faltam homens e mulheres com condições, com bom caráter, com experiência e com capacitação, para exercerem a representação dos interesses do povo, faltam pessoas para pensar e trabalhar para as pessoas. Vejam a entrevista que está no youtube da Sra. Weslian Roriz com os outros candidatos no Distrito Federal.

Hoje em dia tá fácil ser político no Brasil.

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Gentileza é grátis e dá lucro!


Pessoal segue palestra de Tom Peters no último fórum mundial sobre estratégia. Simples mas fantástico, vale a pena fazermos uma reflexão da satisfação das pessoas que entram em nossos centros de evangelização, o investimento que fazeemos em pessoas e a qualidade que damos ao nosso serviço. Vamos em frente!
Um abraço,
José Felipe Jr.

A Ebay tem 14 mil funcionários, a Amazon 20 mil e a Craiglist tem apenas 30. Quantas pessoas você precisa: 10 mil ou 30? Pense nisso cada vez que tiver que executar alguma coisa, alertou Tom Peters, ao analisar com cuidado a situação de pressão que vivem os gestores em função da concorrência.

“A situação de vocês é perigosa. E essas situações exigem estratégias extremas e não estratégias medíocres”, declarou, defendendo que serviço hoje é uma transação, uma experiência, e uma forma de engajamento sustentável. “No Starbucks, por exemplo, os clientes querem uma experiência e um pouquinho de café”. Mas como subir na escala de valor agregado?

Peters enfatiza que você pode fazer uma tonelada com matéria-prima, mas o interessante é ter uma proposta de valor agregado diferente. “Toda empresa deveria ter um diretor de experiência”, aconselha, defendendo que a coisa mais dura e duradoura são os relacionamentos, os nossos clientes, por isso a importância da execução com Excelência. “Execução são as pessoas. Se você executar bem, já ganhou dos outros. Sou louco por execução”, declarou.

Gentileza = negócios repetidos = lucro

Peters foi enfático ao afirmar que você só ganha dinheiro na segunda, na terceira vez que serve alguém.
“Generais heróicos ganham batalhas, generais políticos ganham guerras”, afirmou e fez o paralelo para as empresas, afirmando que estas são iniciativas vitais, alegres e inovadoras que pretendem aumentar o potencial humano. Para ele, as empresas só existem por um único motivo: para prestar serviços. E isso vale para uma igreja, um hospital, uma loja e para todo mundo. "O caminho para a maximização do lucro é uma atitude decente".

Loja feia com atitude feia não tem sucesso, loja linda e atitude horrível, não vai a lugar algum também. “Invista 20% do orçamento do capital e invista em pessoas, mesmo que você não possa fotografar um funcionário, como você faria com o investimento em um prédio ou máquina. Faca a coisa direito e você serve o cliente melhor em qualquer circunstancia”.

Peters citou o exemplo de Dave Liniger, que é o fundador da empresa imobiliária do mundo real, a RE / MAX. Ele diz: "A pessoa que compra a casa com o último cliente não é o principal cliente. A pessoa que é o meu principal cliente é a pessoa que trabalha com/para mim, que está servindo o cliente. Nós somos uma vida de sucesso da empresa. Meu negócio é fazer as pessoas que trabalham para mim ter sucesso como seres humanos, e transformar suas vidas em uma forma valiosa e útil. Somos uma companhia de sucesso de vida. Minha obrigação é servir os meus agentes que servem os clientes”.

Satisfação e retenção

Para Tom Peters, as simples cortesias são a base da satisfação e retenção de clientes e funcionários.
Como líder, você precisa dedicar a sua carreira para o desenvolvimento de 100% das pessoas no seu cargo. “Você saberá que está tendo sucesso quando puder ver que eles estão comprometidos com a excelência em tudo que fazem”.

Peters questionou: “Qual é a diferença entre uma Cia de teatro e um departamento de TI? As pessoas têm a mesma importância”, afirmou. Para ele, business é dar algo compensador para a vida das pessoas. Caso contrário, não vale a pena, uma vez que as pessoas são a marca.“Sem lucro não dá para ter talento. O lucro é uma conseqüência do talento”, finalizou.

A pesquisa da Associates Press Ganey que consultou 139.380 ex-pacientes de 225 hospitais em "satisfação do paciente", mostrou os 15 mais poderosos determinantes da referida satisfação do paciente. Nem uma única das 15 principais fontes de satisfação dos pacientes tinha a ver com a evolução da saúde do paciente. Todos os 15, com efeito, estavam relacionados à qualidade da interação do paciente com a satisfação pessoal dos funcionários do hospital e entre os membros da equipe.

Ouvir os pacientes ou responder as suas perguntas não custa nada. Poderia argumentar-se que pacientes negativos e interações alienantes, sendo insensível às suas necessidades, ou limitar o seu sentido de controle pode ser muito caro.

Desta experiência, Peters listou as seguintes lições:

1 - A qualidade das interações positivas pode ser mais memorável do que o problema.
2 - Funcionários felizes, clientes satisfeitos.
3 – Fazer a coisa certa gera qualidade.
4 – A gentileza é de graça e dá lucro.


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Cinco dicas para cumprir sua agenda


Você consegue cumprir sua agenda ou está atolado de trabalho e tem de fazer horas extras com frequência?


Hoje vivemos numa era em que a velocidade das notícias é frenética. Com a internet e as redes sociais temos a sensação de que não conseguimos acompanhar tudo. No entanto, não queremos ficar fora das rodas de discussão, dos sites de relacionamentos e parecer desatualizados. E agora, tudo é para ontem.

As empresas de e-commerce estão cada vez mais rápidas em suas entregas, pois o consumidor quer ter a comodidade de fazer compras online e receber na mesma hora. Não conseguimos esperar sites que demoram mais que 10 segundos para abrir. As redes de fast food ganham cada vez mais versões, pois é preciso se alimentar rapidamente.

E no ambiente de trabalho? Se você estava sobrecarregado, agora tem de dar conta de responder emails instantaneamente, senão o remetente fica desesperado; de participar de conference call de última hora com a filial no exterior e ainda escrever atas e postar na extranet da empresa. Com tudo isso, você é um profissional que se vangloria por que faz horas extras e nem tirou férias? Em caso positivo, é melhor rever seus conceitos.

O profissional ‘faz tudo’, que atendia aos pedidos de todo mundo, levava trabalho para casa, não tinha tempo de lazer e nem dava atenção para os filhos, não ganha mais pontos. Hoje é verdadeiramente visto como capaz e eficiente o que cumpre prazos, tira férias anuais e tem tempo de qualidade com a sua família.

Mas na era da ansiedade, como administrar este tempo? Como acabar com a angústia de ter deixado muitas tarefas para o outro dia? Abaixo algumas dicas para que o seu dia renda e você consiga sair do trabalho com o sentimento de dever cumprido.

1 - Estabeleça o que é importante para você e para o seu chefe

Além de ser necessário diferenciar o que é urgente do que é importante, precisamos nos adaptar aos pedidos de nossa chefia ou colegas. Um passo importante é sempre perguntar ao requisitante qual a urgência e o prazo para que esta tarefa seja concluída. Muitas vezes, a atividade nem é tão urgente assim, mas ao recebermos, nos sentimos na obrigação de terminá-las, prejudicando o que havíamos programado para o nosso dia de trabalho. Comunicação é uma palavra importantíssima no processo de administração de tempo.

2 - Saiba dizer “não”

Não é porque negamos a participação em uma reunião, ou não aceitamos fazer determinada tarefa em tal prazo que iremos ser taxados de descomprometidos ou preguiçosos. Ao contrário. Se tivermos boas justificativas para não comprometer as outras atividades em andamento, demonstraremos o quanto temos controle de todas as tarefas. O profissional que aceita tudo que lhe é pedido, com certeza faz mais horas extras que o necessário.

3 - Avalie se reuniões são mesmo necessárias

Reuniões são outro grande mal das grandes corporações. A quantidade de encontros para as quais somos chamados certamente poderia diminuir um bocado. Analise se realmente a reunião é necessária. Em caso positivo, envie a pauta para todos os envolvidos com antecedência, seja objetivo e, como num debate na tevê, utilize um cronômetro para que ninguém estoure o tempo. Caso contrário, as discussões começam a se dispersar e a reunião termina com nenhum resultado produtivo. No caso de estar com outras tarefas urgentes, podemos pedir que um colega vá em nosso lugar, ou simplesmente solicitar a ata, após a reunião. Portanto, estabeleça estes filtros para ganhar mais tempo no trabalho para o que realmente é importante.

4 - Não deixe que emails e mensagens instantâneas atrapalhem a sua concentração

Como lidar com emails intermináveis, mensagens instantâneas e posts em mídias sociais que nos tomam boa parte do dia? Uma dica é programar um horário para fazer cada uma destas tarefas, para não ficar o dia todo em meio a todas estas informações. O email, ainda o meio mais comum de comunicação, pode ficar fechado quando estivermos fazendo uma tarefa que exija concentração ou que tenhamos um prazo curto para entregar. Desta forma, não vamos nos distrair a cada email que chegar. As mensagens instantâneas devem ser utilizadas para facilitar o nosso dia a dia e não atrapalhar. Use os recursos de mudar seu status para ocupado ou ausente, ou simplesmente desligue quando precisar cumprir um prazo apertado.

5 - Considere um espaço para imprevistos em sua agenda

Use e abuse do seu calendário e/ou agenda e mantenha-se sempre a par de suas próximas atividades e reuniões. Porém considere sempre um tempo para os chamados “imprevistos”. Se a agenda estiver 100% cheia em um dia e algo inesperado ocorrer, como um pedido da diretoria ou um telefonema mais longo de um cliente, a programação vai por água abaixo e teremos que ficar até mais tarde. Um espaço para imprevistos evita que isso aconteça e aumenta a chance de sair no horário e assim termos tempo para a família e amigos.

Ana Carolina Franceschi Simões (Sócia da MultiMeta Treinamentos (www.multimeta.com.br), com ampla experiência profissional na área de marketing e pesquisa; é formada em Publicidade pela Faculdade Casper Líbero, com MBA na FIA USP; atua como professora de Marketing da Faculdade Uniban)

HSM Online
20/09/2010

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Site que ajuda no controle financeiro


Pessoal,

Conheci o site meus gastos (link), é um site desenvolvido para ser uma ferramenta simples e gratuita para o controle de despesas. O site utiliza dos novos recursos da Web 2.0 para transformar a tarefa de controle de gastos em uma experiência agradável.

Vale a pena conferir.

José Felipe Jr.

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Acessos ao Blog Gestão e Liderança


Pessoal,


Queria dar um aló para todos os leitores que acessam e seguem o Blog Gestão e Liderança na web. Obrigado pelos emails, pelas sugestões de temas e pelas orações.

Segue abaixo as cidades e países que mais acessam o Blog.

5 cidades no Brasil que mais acessam
1) Fortaleza
2) Porto Alegre
3) Ribeirão Preto
4) Natal
5) Cuiaba

5 países que mais acessam
1) Brasil
2) Portugal
3) Angola
4) EUA
5) Moçambique

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Erro e criatividade andam juntos

Pessoal,

Segue dois vídeos do professor Ken Robinson falando sobre a erro, criatividade, paradigmas, educação. Nem sempre olhamos nossos erros e os dos outros com bons olhos, muito menos aprendemos com eles. Vale a pena conferir.

Parte I


Parte II

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Como as pessoas inovam?



Pessoal,

Recebi esse texto e queria compartilhar com vocês.

Seminário HSM James Champy

Como as pessoas inovam?

O professor citou, durante o Seminário HSM James Champy, realizado no dia 5 de agosto, o exemplo da Sonicbids, que oferece acesso a uma comunidade mundial de mais de 120 mil músicos. “Eles perceberam o amor universal pela música e a impossibilidade de contatar músicos de qualquer lugar do mundo e viram que existia uma ‘indústria caseira’ passível de transformação”. E operam de maneira simplificada: os músicos enviam seus portfólios para o site, os clientes fazem assinaturas do serviço e os trabalhos são agendados pela internet. Afinal, como ver o que outros não vêem? Para Champy, é possível descobrir respondendo às seguintes perguntas:

• Quais são as necessidades não satisfeitas das comunidades/clientes que você atende? Onde existem pontos falhos?

• Quais processos ou serviços você pode oferecer para satisfazer essas necessidades?

• Você atende um mercado que pode ser organizado? Você pode criar “comunidades”?

• Seu modelo de negócio é dimensionável? Você é capaz de atender mercados mundiais?

Pensando fora dos padrões

James Champy afirmou que para pensar fora dos padrões você precisa fazer suposições sobre o modo como opera que pode impedir sua empresa de oferecer o que os clientes necessitam. “É preciso questionar como você avalia o desempenho de sua empresa e do seu setor. Como você melhoraria o desempenho do seu setor como um todo? O que você pode aprender de outros setores?”. Ele acrescenta questionando o quanto uma mudança de “referencial” ajudaria você a pensar de modo diferente sobre os serviços que oferece. “É preciso aprender a simplificar a complexidade”.

Para ilustrar o conceito, o professor contou o case da empresa Partsearch, que oferece acesso a oito milhões de peças e acessórios de mais de 560 marcas de produtos eletrônicos, eletrodomésticos, aparelhos wireless e equipamento elétrico para uso ao ar livre. Eles perceberam a complexidade da indústria eletrônica e a difícil tarefa de tentar encontrar peças de reposição, então resolveram racionalizar o processo de catalogação de um mercado caótico, prestando serviços por meio dos grandes canais varejistas e diretamente ao consumidor. “É um serviço baseado na internet, complementado por uma competente central de atendimento high-touch”.

Champy ressaltou que ambição é uma característica importante para as pessoas que inovam. Para ele, intuição é fundamental e foco é fator preponderante.“Em empresas inovadoras a inovação é uma questão cultural, onde os riscos são tolerados e todos participam”.

Inspirando clientes

“Se você quer enriquecer a experiência do cliente, é preciso dar mais atenção aos canais de distribuição”, afirmou Champy. Para ele, é possível inspirar clientes lançando uma campanha de apelo amplo, oferecendo conveniências com vários níveis de benefícios, fortalecendo um canal de confiança, simplificando a complexidade, promovendo sempre a autenticidade e envolvendo os clientes que ajudam a vender.

Um exemplo citado pelo palestrante foi o da empresa Zipcar, que propicia acesso confiável e conveniente a transporte sob demanda. Eles oferecem um novo modelo de automóvel para transporte, incorporando com elegância recursos da internet, como comunicação wireless e contato com comunidades online por 35 dólares por ano. “Existem cerca de 5 mil Zipcars nos Estados Unidos, com 250 pessoas supervisionando, e funciona. Já tem concorrentes. Isso nada mais é do que entender necessidades não atendidas”, declarou, chamando a atenção para o exemplo de como empresas inovadoras podem harmonizar metas de negócios com os valores dos clientes e suas comunidades.

Champy finalizou a primeira parte de sua apresentação afirmando que para envolver seus clientes, é necessário oferecer valor excepcional, saber aproveitar a aura que existe em torno de seu produto ou serviço, conseguir usar a tecnologia da informação e as redes sociais para criar uma comunidade de clientes e tornar possível para os clientes agregar valor a seu produto. “Pessoas que inspiram sabem que é o cliente quem manda, compreendem bem os valores dos clientes e dos parceiros, incorporam seus valores nos seus produtos ou serviços, são sempre autênticas e estão sempre presentes na mente de seus clientes”, finalizou.

HSM Online
05/08/2010

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Saiba como se proteger na internet de crimes virtuais

Pessoal,

Participei de um seminário de educação, onde um dos temas abordados foi sobre direito digital, onde a renomada profissional Patrícia Peck (site)falou sobre a evolução da sociedade, geração Y e X, movimento criança mais segura, proteção na internet, ética na internet, etc.

Confira vídeo sobre direito digital:



Como meu foco hoje é educação e sendo pai de uma pequena menina já fascinada por computador, queria compartilhar com vocês o site do movimento criança mais segura, também dirigido pela Dra. Patrícia Peck. Para saber mais visite:
http://www.criancamaissegura.com.br/. Neste site você encontra material em vídeo e em PDF disponível para baixar.

O que é o movimento criança mais segura?

Atualmente, a sociedade está cada vez mais conectada à internet, e com isso, há o desafio de educar e orientar as crianças quanto ao uso seguro da Internet. Ainda há lacunas das instituições de ensino quanto ao tema e também à falta de orientação dos pais em lidar com a questão e interagir com seus filhos, dificulta este processo.

Objetivos Gerais:

O movimento visa gerar ativistas pela causa, capacitando e compartilhando conteúdos que permitam a educação da criança e do jovem no uso saudável e ético da tecnologia. O objetivo é que se torne uma disciplina obrigatória.

Haverá também, um abaixo assinado digital ocorrendo com o Movimento.

  • - Do uso ÉTICO, SEGURO E LEGAL das ferramentas tecnológicas;
  • - Do conhecimento das leis vigentes;
  • - Dicas para proteção e prevenção;
  • - Capacitar e orientar crianças, adolescentes, pais e professores sobre como usar as novas mídias de forma adequada e sem riscos.

Objetivos Específicos

Entre os objetivos específicos podemos citar o conhecimento dos Direitos e Deveres do novo cidadão da era digital, considerando:

  • - Cuidados com a sua Identidade Digital;
  • - Cuidados com sua Reputação Online e uso de Imagem (fotos e vídeos);
  • - Cuidados com conteúdos em geral da web;
  • - Cuidados com a navegação;
  • - Cuidados com sites de relacionamento;
  • - Cuidados com os golpes virtuais, pedofilia e pirataria;
  • - Respeito aos Direitos Autorais;
  • - Respeito às leis em geral;
  • - Responsabilidades dos usuários;
  • - O que fazer se for envolvido em um incidente, a quem se socorrer.

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Como trabalhar os resultados negativos da sua equipe


Como trabalhar os resultados negativos da sua equipe

Nem sempre é possível alcançar os resultados que se espera. Isso, no entanto, não significa que o gestor e sua equipe não são competentes para a realização das suas atividades, afinal com o mercado em constante processo de mudança é possível que o surgimento de um determinado fator interfira na conquista das metas. Nesse momento, entrar em desespero não leva a lugar algum. Pelo contrário, só complica a situação e faz com que as pessoas deixem de enxergar as alternativas para solucionar os problemas. Confira abaixo, algumas ações que os líderes podem adotar para reverter o quadro "negativo" que atingiu sua equipe.

1 - Convide sua equipe para uma conversa aberta e exponha a situação. Mostre que é preciso adotar ações rápidas para reverter a situação, pois sempre é possível encontrar uma alternativa para aliviar e solucionar problemas.

2 - Em hipótese alguma, deve-se culpar um único funcionário pelos resultados negativos. Isso porque se algo deixou de ser feito, há outros profissionais que formam a equipe e que devem estar atentos ao andamento das atividades do seu departamento.

3 - Converse individualmente com cada membro da sua equipe. Tente identificar os pontos fortes de cada um, bem como os que precisam ser trabalhados. Talvez, durante um "bate-papo" com algum dos subordinados, você identifique a "brecha" que contribuiu para a não obtenção dos resultados esperados.

4 - Saiba ouvir sua equipe. Para isso, solicite que cada um apresente idéias, que podem melhorar o desempenho da equipe. Por mais simples que seja uma sugestão, ela pode ser o ponto de partida para reverter o quadro negativo.

5 - Quando uma boa idéia for apresentada por um dos membros que formam seu time, convide os demais para apresentar a alternativa. Esse é o momento para amadurecer a sugestão e ver se é ou não viável colocá-la em prática.

6 - Durante o processo de reversão do quadro, não guarde informações para si. Como líder, você precisa compartilhar os resultados com os demais profissionais. Isso permitirá que todos tenham ciência de como se encontra a situação e o que cada um pode agregar de valor para o alcance das metas.

7 - É comum que em momentos de crise surjam conflitos entre os membros de uma equipe. Se isso for observado, não deixe que esse tipo de problema ganhe proporções. Convide os envolvidos no "desentendimento" para um diálogo aberto e os faça entender que jogar pedras em nada melhorará a situação.

8 - Mostre-se aberto aos profissionais que se encontram inseguros diante de uma situação de crise. Como você está na condução do barco, caso alguém demonstre sinais de desmotivação, converse com a pessoa antes que os demais profissionais também entrem no processo de apatia.

9 - Se a estratégia que você traçou junto com sua equipe não está dando certo, é o momento de rever as diretrizes e ser "redesenhado". Não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje.

10 - A cada resultado expressivo que foi alcançado, aproveite o momento para mostrar que o empenho de todos está sendo válido. Isso fará com que a equipe sinta-se mais coesa e estimulada com os objetivos a serem conquistados.

Estresse será que ele é um vilão mesmo?


Pessoal,

Esse final de semana pra mim foi bastante rico de experiências, almoçando com um amigo falávamos sobre ritmo de vida, estresse, relógio, tempo, produtividade, coisas que perdemos por nos tornarmos escravos de tempo. então logo depois esse texto (que não é meu) chegou em minhas mãos e gostaria de compartilhar com vocês. Boa reflexão.

Você sabia que o Brasil, país conhecido por sua gente alegre, é o segundo do mundo em número de executivos com burnout, o estresse destrutivo? Só “perdemos” para o Japão. É o que revela recente pesquisa da International Stress Management Association. Agora responda com franqueza: você acha que é possível alguém viver sem estresse?

Pois bem, o estresse faz parte da existência humana, desde os primatas já se convivia com ele, e já que nunca conseguiremos nos desvencilhar do mesmo, é cada vez mais importante encontrar formas de gerenciá-lo, assim como fazemos com outros recursos produtivos, como capital e conhecimento. Sim, estresse pode inclusive dar lucro! Lembre-se de momentos em que você esteve extremamente criativo e produtivo, e você perceberá que o estresse esteve presente, mas equilibrado e sendo bem utilizado.

Em algum momento da história ele recebeu uma conotação negativa que precisa seriamente ser questionada. Existem tipos de estresse, havendo inclusive as categorizações eustress, o estresse positivo, que impulsiona para a ação, e o distress, o negativo, que paralisa. Primeiramente recorramos ao conceito: estresse é o resultado sentido por um indivíduo, a partir de qualquer desequilíbrio entre os níveis percebidos de desafios e suas competências, também percebidas, para lidar com os mesmos. Outra definição simples, mas efetiva, é a que define estresse como o resultado de desperdício ou falta de competência percebidos para lidar com algum objetivo.

Geralmente lembramos do estresse causado pelo excesso de trabalho ou falta de recursos para lidar com o mesmo. Mas falta de trabalho ou desperdício de recursos é tão estressante quanto o caso anterior. Sendo assim, a primeira lição para gerenciar o estresse é saber encontrar um caminho do meio em que se equilibrem os desafios aos quais você se dispõe, e o seu grau de competência para assumi-los. Verifique no seu dia a dia se há excesso ou falta de demandas para a sua competência atual, e também se há desperdício ou falta de competências para as suas demandas atuais. Como sou a favor do amadurecimento do ser humano, sugiro fortemente que você desenvolva novas competências para lidar efetivamente com o excesso de demandas existentes, ou então busque demandas mais arrojadas, compatíveis com suas competências desperdiçadas.

A importância de se gerenciar o estresse é evitar que o mesmo, que começa com um desconforto, se agrave e venha a se transformar em casos críticos de ansiedade, depressão e burnout. E como estamos falando de gestão, o primeiro passo é identificar os primeiros sinais de que você está estressado. Isso irá variar de pessoa a pessoa, e o corpo possui diversos sinalizadores de que algo não vai bem: dores de cabeça, dores musculares, mãos frias, indigestão, dentre outros sintomas.
O segundo passo é buscar as causas que estão levando você a perceber o desequilíbrio. Dentre as principais causas geradoras de estresse destacam-se: morte de ente querido, divórcio, mudança de residência, sentença de prisão, doença, casamento, perda do emprego, aposentadoria, e até mesmo a reconciliação com o cônjuge.

No trabalho, as principais causas de estresse são colegas de trabalho inflexíveis, líderes estressados que não se gerenciam, ser criticado na frente dos colegas, as reuniões desnecessárias e os habituais retrabalhos. Uma importante lição aprendida em relação às causas do estresse é saber o que pode ser alterado por você e o que não pode. Analise o seu grau de autoridade em atuar sobre as mesmas, a perenidade de sua duração e a magnitude deste fator no trabalho. Muitas vezes apenas esta análise já fará com que você se sinta menos estressado.

Segundo as linhas cognitivas da Psicologia, sentimentos são fruto de pensamentos, que por sua vez são conseqüência de percepções. Sendo assim, da próxima vez que tiver sentimentos depressivos, angustiosos e raivosos, analise o que você está pensando, e verificará possibilidades de distorções, geralmente ligadas a generalizações, rótulos e negações. Aristóteles, em “Ética a Nicômaco”, nos deixa uma importante lição:

“Qualquer um pode zangar-se, isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa, não é fácil.”

Outra alavanca para gerenciar o estresse diário é a prática da assertividade, ou seja, a capacidade de fazer uma afirmação sobre algo positivo ou negativo, com absoluta segurança, e pela qual se assume total responsabilidade. Para desenvolver sua assertividade, é fundamental que você esteja com a autoestima em dia, por isso o autoconhecimento, sempre ele, nunca é demais. Uma vez respeitando-se, busque sinceramente respeitar o outro, para então comunicar-se corretamente com ele. Para tornar esta zona de esforço mais confortável, utilize âncoras como a priorização de tarefas, a formação de uma rede solidária que lhe apoie nos momentos críticos, e até mesmo planos de gerenciamento de crises para os casos mais críticos.

E aí, ficou estressado com este desafio? Sinal de que você pode continuar se desenvolvendo neste tema. Invista na sua qualidade de vida. Você merece ser feliz!

André Dametto (Mestre em Gestão e Inovação (COPPE-UFRJ) com dissertação sobre a questão do equilíbrio pessoal e profissional, engenheiro de Produção (UFRJ), consultor de gestão empresarial, coach certificado pelo Integrated Coaching Institute (EUA) - www.andredametto.com.br)

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10 tendências de mudanças no trabalho


Pessoal,

recentemente o Gartner Group lançou um artigo em que ele apresenta 10 tendências de mudanças no mundo do trabalho para os próximos 10 anos. Segundo o Gartner, o mundo de hoje não é o mesmo de 20 anos atrás e que a natureza do trabalho testemunhará 10 principais mudanças até 2020. O artigo alerta para a necessidade das empresas se planejarem para ambientes cada vez mais caóticos e que estarão fora de seu controle direto e que essas 10 tendências exigirão grande capacidade de adaptação das empresas.

“O trabalho será menos rotineiro e será caracterizado por uma volatilidade e a necessidade de uma Hiper-conectividade” disse Tom Austin, vice-presidente e parceiro do Gartner.

Cabe aqui resgatar o que o autor Daniel Pink escreveu em seu livro: “O Cérebro do Futuro” em que considera que a era do “Lado esquerdo do Cérebro”, dominada por advogados – contadores e engenheiros de software, está ultrapassada. O futuro pertence a um tipo diferente de pessoa, com uma mente diferente : Designers, inventores, professores, contadores de história – pensadores criativos e empáticos que usam o “lado direito do cérebro” cujas capacidades determinam quem vai seguir adiante e quem vai ficar para trás. As características de volatilidade citadas acima pelo Gartner exigirão uma sociedade de pessoas criativas e empáticas, leitoras de padrões e produtoras de sentido, onde os principais personagens serão a figura do criador e do empático, cuja aptidão peculiar é o domínio da atividade cerebral do lado direito do cérebro.

Evolução-homem-trabalho

Seguem abaixo as 10 tendências apontadas pelo Gartner com meus comentários:

- Desrotinização do trabalho: O valor que as pessoas podem agregar ao trabalho não está nos processos que podem ser automatizados, mas sim em processos de trabalho não-automatizáveis, não lineares. Capacidades unicamente humanas serão necessárias como a capacidade de análise e de sintese, importantissimos para o processo de estratégia, além de trabalhar as descobertas, capacidade de inovar e aprender constantemente. É como sempre afirmo em minhas palestras, se você precisa de todas as informações para tomar decisão, você não é necessário, basta comprar uma máquina para processar essas informações e tomar a decisão no seu lugar;

- Trabalho em enxame: Aposta no conceito de colaboração, onde pessoas desconhecidas, mas com objetivos em comum, se reunirão por um determinado momento e resolverão um determinado problema. Logo após resolvido o problema, elas se dissiparão. Maior exemplo disso é o funcionamento das comunidades que atualizam o sistema operacional Linux.

- Ligações Fracas: Como disse Andrew McAfee no Fórum Mundial de Gestão e Liderança, organizado pela HSM em abril desse ano: “O network de trabalho é composto por um círculo pequeno de pessoas com quem temos laços fortes, que são as da mesma equipe ou que tem algo em comum conosco; outro maior, de laços fracos, com quem se tem contatos esporádicos; e os laços em potencial que são aquelas pessoas que tem em comum conosco apenas trabalhar na mesma empresa.” Navegando na sua rede de relacionamento pessoal, que envolve as redes sociais, profissionais ajudarão as pessoas a desenvolver e explorar os laços fracos e fortes e que, por sua vez, serão cruciais para sobreviver e explorar o coletivo (enxame) para o benefício do negócio;

- Trabalhando com o coletivo: Há grupos informais de pessoas, fora do controle direto da organização, que pode afetar o sucesso ou fracasso da organização. Esses grupos informais são unidos por um interesse comum, uma moda ou um acidente histórico. É como disse o professor Augusto Camargo em sua palestra no TED- São Paulo: “Não é um conjunto de pessoas que formam um coletivo, mas sim o que está entre eles, o que os conecta”. Essa conexão pode acontecer tanto dentro como fora das organizações. A questão é como trazer esse conhecimento e esse coletivo para dentro das empresas. O processo de influência exige a compreensão dos coletivos que potencialmente influenciam a sua organização, bem como as pessoas-chave nos grupos externos. Um exemplo de relacionamento entre empresas e comunidades coletivas é a relação entre a IBM e a comunidade Linux;

- Trabalhos informais: A maioria dos processos não-lineares também será altamente informal. Eles não seguirão padrões previamente estabelecidos. Não haverão receitas e nem scripts para serem seguidos. Isso exigirá o uso da criatividade em todos os sentidos. O problema é que criatividade não combina muito bem com regras e normas;

- Trabalho espontâneo: As pessoas querem escolher os projetos em que desejam trabalhar. Elas detestam ser escolhidas pelos projetos. A maioria das pessoas deseja apenas receber autonomia e condições para realizar um sonho. Querem dizer que elas fizeram algo que gerou uma transformação;

- Simulação e Experimentação: Diante da grande quantidade de informação existente no mundo atual, cada vez mais será valorizado o profissional que souber analisar essa enorme massa de dados e informações, fazendo experiências, simulações e combinando esses dados e informações para identificar novos padrões e compartamentos na economia. O ambiente simulado será construído a partir de tecnologias que consigam identificar como reunir elementos baseados na forma como as pessoas interagem com o conteúdo. As pessoas, por sua vez, têm a possibilidade de manipular uma série de parâmetros para reformular o mundo virtual;

- Caçadores de tendências: Devido a volatilidade do mundo dos negócios, cada vez mais ganhará importância nas empresas o tipo de pessoa que consegue enxergar padrões no meio de cenários desconexos, caóticos. É como identificar pessoas que, olhando para um monte de peças de quebra-cabeças espalhados pelo chão, consegue visualizar a figura que as peças montam. São pessoas que conseguem identificar as forças disruptoras por trás das mudanças que estão ocorrendo;

- Hiper-conectados: Hiper-conectividade interna e, principalmente, externa que envolve construir uma rede de pessoas e processos de forma a fazer com que a informação e as mudanças cheguem as empresas com maior facilidade. Isso terá implicação muito forte em como as pessoas trabalham e como a TI suporta ou aumenta essa conectividade;

- Meu local de trabalho: O local de trabalho está se tornando cada vez mais virtual, com as reuniões ocorrendo em diferentes fusos horários. Além disso, como escrevi em um post anterior sobre custo de transação( Leia mais sobre isso aqui), devido aos problemas enfrentados nas grandes cidades, como trânsito caótico e falta de segurança, as pessoas passarão cada vez mais a trabalhar a distância, diminuindo o custo de transação que envolve tudo que diz respeito ao seu deslocamento para o trabalho.

Quem quiser ter acesso ao relatório completo, acesse http://www.gartner.com/resId=1331623 . O problema é que você tem que pagar por ele U$95,00

As tendências acita citadas tem semelhança muito grande com a forma como o sistema operacional Linux é administrado, algo que o professor Mintzberg chamou de gestão minima em seu livro “Managing”. As comunidades do Linux são adhocracias supremas, envolvendo todo o potencial criativo de comunidades amplas. As pessoas vêm e vão. Elas entram, fazem as mudanças e saem, mas o sistema segue em frente e com uma coerência incrível. São organizações quase que totalmente auto-geridas.

A outra associação é a mais clássica e abordada em diversos posts desse blog(leia mais aqui). Trata-se de gestão a semelhança da Web 2.0 onde todos têm o direito de opinar, a capacidade conta mais que cargos e credenciais, as únicas hierarquias são as naturais e quase tudo é descentralizado.

Fonte: Blog do Marcelão

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Quando é a hora certa de inovar? quando estamos crescendo um caindo? Esse vídeo breve nos mostra o momento ideal.

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O que é sabedoria, habilidade e talento?


Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.

Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.

Novamente ele tentou espantá-lo. Foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.

Ele pegou o bilhete e leu:

'Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor? Assinado:....'

Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais.

Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro ficou impressionado. Como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.

O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal.

Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.

O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada.

Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso.

Ninguém respondeu na casa.

Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a
janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.

Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.

O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
- Por Deus do Céu, o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!

A pessoa respondeu:
- Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!


Moral da História:


Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado'


Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o
caráter de alguém, dê-lhe o poder.


Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um
profissional, lembre-se:


Os Amadores é que construíram a Arca de Noé e infelizmente os profissionais, o Titanic.


--
****Sabedoria é saber o que fazer; habilidade é saber como fazer; virtude é fazer....
Talento é fazer coisas comuns, de forma extraordinária.

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Vocação é diferente de profissão

Robert Wong, fala sobre a importância de descobrir a vocação, e ouvir a voz interior na hora de decidir sua profissão. Vale a pena conferir.

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Liderança (Atos versus Palavras)


Atualmente estou morando em Fortaleza e na rua onde moro tem um quarteirão que é proibido estacionar. Diariamente vejo carros estacionados, acompanhados por um papel amarelo desbotado na qual chamamos de multa. Esse comportamente insistente de quebrar a lei, a regra, me chama atenção, enquanto minha esposa acha um absurdo a ação voraz do orgão responsável pelas multas, eu acho um absurdo os motoristas que estacionam num local proibido, prejudicando o fluxo de carros tão intenso naquela rua.

Qual a relação disso com gestão e liderança?

Liderança é exemplo, é atitude, a força das palavras não são comparadas a força de nossos atos. As vezes acreditamos que falamos mais com a boca e com palavras, mas ai está o engano, falamos muito mais com nossas atitudes e gestos.

Mas o que estacionar num local proibido sinaliza? não só apenas um descumprimento de uma lei, sinaliza uma falta de inteligência, má educação, egoísmo, e por ai vai.

Liderança é atitude! Pense nisso.

Um abraço

José Felipe Jr.
Twitter: @gestaolideranca

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O que fazer quando falta a criatividade?


O que fazer quando falta a criatividade?

O primeiro bloqueio para a criatividade é um paradigma que vincula criatividade a dinheiro, pois tem muita gente que pensa que pra realizar uma idéia criativa precisa se ter dinheiro. Tudo bem que existem idéias criativas que custam caro, mas a essência da criatividade depende de massa cefálica em movimento de várias pessoas.

Ter uma equipe com pessoas com características bem diferentes auxilia muito no processo criativo, por que não tem nada mais improdutivo do que ter na equipe gente que pensa igual a todo mundo. Precisamos de pessoas com coragem de dizer “besteiras”, “maluquices”, precisamos de pessoas com conhecimento em várias áreas, precisamos de pessoas com o coração, pensamento e alma em movimento.

Mas quero também apresentar uma ferramenta bem interessante para quando o processo criativo está emperrado, que se chama benchmarking.

O benchmarking é um dos mais úteis instrumentos de gestão para melhorar o desempenho das empresas. Baseia-se na aprendizagem das melhores experiências de empresas similares e ajuda a explicar todo o processo que envolve uma excelente "performance" empresarial. A essência deste instrumento parte do princípio de que nenhuma empresa é a melhor em tudo, o que implica reconhecer que existe no mercado quem faz melhor do que nós. Habitualmente, um processo de benchmarking arranca quando se constata que a empresa está a diminuir a sua rentabilidade. Quando a aprendizagem resultante de um processo de benchmarking é aplicada de forma correta facilita a melhoria do desempenho em situações críticas no seio de uma empresa.

Como podemos na prática utilizar esse instrumento servindo no Reino de Deus?
Estou atualmente servindo no Colégio Shalom, e a área da educação católica é um negócio novo pra mim, que não tenho experiência, então nas minhas férias em São Paulo me programei para visitar alguns colégios de referência em educação, colégios tradicionais, católicos, com níveis de excelência no ENEM, etc. Com contatos certos, consegui que portas se abrissem em várias instituições. Tive a oportunidade de conhecer Colégios pequenos, médios e grandes, conversar com diretores, coordenadores, educadores.

Visitei uma grande rede de ensino católico no Brasil e no mundo e tive a oportunidade de conversar com o diretor educacional, onde através de um bate papo informal fui perguntando, como eles evangelizavam lá, como era a cultura organizacional do Colégio, qual a importância do fundador deles na educação, qual era o processo de concessão de descontos e bolsas, como eles cobravam os pais inadimplentes, como a ferramenta do planejamento orçamentário auxiliava na gestão, quais os softwares utilizados, como eles trabalham os alunos com necessidades especiais, como era o organograma, etc. Além de visitar fisicamente a instituição, Ao sair do Colégio trouxe experiências que somadas a outras podem ser totalmente criativas e inovadoras para o Colégio Shalom, observar outras experiências nos abre novas possibilidades, nos abre novas perspectivas. Observar quem faz melhor ou diferente, é um exercício sobretudo de humildade, pobreza, sabedoria e inteligência.

Experimente fazer benchmarking. Isso você pode aplicar em um seminário de vida no Espírito Santo, em um show, em um curso, na sua lanchonete, no seu grupo de oração, no seu ministério, enfim em qualquer área.

Deus te abençoe e uma boa semana!

José Felipe B. Jr.
Twitter: @gestaoliderança

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O que a demissão do Dunga nos ensina?


Bem vou me juntar aos 192 milhões de técnicos da seleção brasileira no Brasil que nesses últimos dias tiveram muito assunto pra comentar, principalmente depois da eliminação da copa do mundo. Eu gostaria de me deter sobre a demissão do técnico Dunga. Isso me chamou muito atenção.

Tem coisas que só no Brasil acontece, em 68 jogos o técnico obteve quase 80% de aproveitamento, com muito mais vitórias que derrotas, com 2 títulos pela seleção, com a classificação antecipada para a copa do mundo, com um trabalho de 4 anos em desenvolvimento é demitido, o que isso nos ensina?

Como agora estou diretamente ligado ao meio educacional, fiquei imaginando crianças, jovens diante dessa situação, que leitura elas fariam?, que conceitos de vitória, derrota, resultado, elas iriam absorver?.

Cheguei algumas conclusões que queria partilhar com você:

- pra ser vitorioso tem que vencer sempre.

- não importa tudo o que você construiu, se não vencer, você não é competente.

- resultado é igual a vitória, o resto é derrota.

- resultado imediato é melhor do que resultado duradouro.

- nossa cultura não admite perdedores.

Futebol é algo fantástico e sempre costumo utilizar exemplos do mundo da bola no blog, mas foi pisada na bola a forma com que a CBF tratou a situação e a pessoa do Dunga.

Precisamos repensar sobre nossos conceitos de perder, retroceder, resultado dentro dos nossos relacionamentos, no nosso ambiente de trabalho, na nossa vida pois senão corremos o risco de chutarmos pra longe a caridade, a paciência, as virtudes, a humildade, a pobreza, o serviço, etc.

Um abraço e fiquem com Deus.

José Felipe Jr.
Colégio Shalom
www.colegioshalom.com.br

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Férias


Pessoal,


Estou fora do ar, devido as férias com a família em São Paulo. Aproveitando o frio (que eu já tinha me desacostumado), a família, os amigos, essa terra fantástica.
Final do mês estou de volta.

Rezem por mim.

Fiquem com Deus.

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Resultado, eficácia, excelência vem com trabalho em equipe


O futebol sempre nos dá exemplos que podemos utilizar para aprender um pouco mais sobre gestão e administração.

Quero começar esse post com uma frase do técnico da Inter o português José Mourinho que disse: "as estrelas não são os jogadores, nem o técnico, mas a equipe".

Neste último sábado acompanhamento a final da copa da UEFA entre Inter de Milão e Bayer de Munique, podemos perceber o poder do trabalho em equipe e as suas vantagens. A final é decidida em um jogo apenas, onde o vencedor se torna o campeão da europa. A campanha da Inter foi fantástica superou adversários muito difíceis como Chelsea, Barcelona, CSKA

Em um time italiano onde dentre os titulares não tem nenhum italiano e 7 jogares fazem parte de seleções de seus países, essa consciência de equipe faz toda diferença.

Trabalhar em equipe não é fácil, pois exige comunicação eficiente, rápida e transparente, liderança, disciplina, consciência das metas e desafios, preparação (treinamento), estímulo e motivação em busca dos resultados. Ninguém consegue chegar muito longe com individualismo, ou com esforços parciais. Não só no mundo futebolístico, mas no mundo corporativo, trabalho em equipe é a receita para alcançar resultados, eficácia e excelência.

Deus abençoe a todos!

José Felipe Jr.

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Você faz bom uso do celular corporativo?

O abuso no uso dos celulares corporativos tem levado as empresas a monitorarem este benefício. Saiba como isso tem sido feito e quais são os direitos e deveres dos funcionários e da empresa

A mobilidade no mundo corporativo tem trazido diversas facilidades para os executivos, mas também muita dor de cabeça para a gestão deste custo para as empresas. Fazendo uso de Smartphones, Blackberrys, Iphones e da tecnologia 3G, os executivos passaram a ter acesso a vários tipos de serviços pelo seu aparelho corporativo como conferir emails, navegar na web e utilizar aplicativos que até então estavam limitados aos computadores. O problema é que muitos colaboradores tem utilizado os celulares para fins pessoais, o que tem elevado o aumento no custo com telefonia para as empresas.

Segundo Luiz Faro, diretor da Vallua Consultoria e Gestão, que atua em empresas que desejam diminuir seus custos com Telecom, os valores dos gastos variam muito de acordo com o porte e segmento da empresa, porém, a tendência geral independente disto é de que o gasto com serviços móveis continue sendo a parcela que cresce mais rápido na conta de telefonia das empresas. “Para fazer a gestão destes custos é possível implementar políticas de controle com uma série de medidas restritivas e de incentivo. Porém a empresa não deve olhar apenas as ferramentas que estão sendo utilizadas, mas sim os processos e pessoas”, explica.

Uma das políticas que tem dado certo no mercado, segundo Faro, é o controle por cotas individuais, com limite para minutos de voz, bytes e número de mensagens. “Por ser simples de implantar, esta política, baseada pela coerção, traz para a empresa a vantagem da previsibilidade. A companhia irá saber quanto terá de gasto no final do mês com telefonia móvel, porém não terá a certeza de que os recursos estão sendo utilizados para fins profissionais”, conta o consultor.

Pelo fato da palavra ‘controle’ sempre gerar ruídos entre os colaboradores e a empresa, o ideal é criar um processo de conscientização profissional misto, reduzindo os conflitos de privacidade e evitando a omissão da empresa. Como este equilíbrio não é simples de ser conseguido, Faro aconselha a trabalhar com campanhas de conscientização que alinhe a cultura da empresa a do funcionário e aponte o impacto do custo para os produtos e serviços. Em paralelo pode-se criar campanhas de incentivo com metas atreladas a premiação e a partir daí gerar uma política forte de redução de custo.

Mas o especialista alerta: “Estamos falando de um ponto que toca na cultura da empresa, portanto é um trabalho em longo prazo que requer paciência e persistência. Além disso, uma política não funciona necessariamente em todas as áreas. O perfil de comunicação deve ser diferente dependendo dos profissionais. Um executivo de vendas tem custos e necessidades diferenciadas de um profissional de logística, por exemplo. Políticas genéricas nestes casos não são ideais”, reforça.

Para Guilherme Lousada, gerente de Produtos e Marketing da Sumus, empresa especializada em gestão de despesas em Telecom, explica que os abusos têm acontecido de forma variada e não apenas com ligações. “Os colaboradores abusam nos acessos wap, no download de jogos e até torpedos. O que muitas empresas têm feito para minimizar os seus custos com celulares é controlar as ligações por meio de sistemas específicos, onde é possível validar a utilização desses serviços e das ligações de forma particular e, se for política da empresa, realizar a cobrança do funcionário de forma automática”, explica.

Normalmente, as empresas costumam criar seus controles de acordo com o perfil de utilização. Em uma indústria de tabaco, por exemplo, atendida pela Sumus, o controle é feito pelo perfil limitado de uso. Como a empresa possui uma equipe grande de vendedores e promotores externos, a gestão é feita por restrições na utilização de serviços, que neste caso proíbe as ligações DDD e acessos wap. Em outras empresas com um perfil de uso voltado aos executivos, como é o caso de uma indústria metalúrgica e outra de inovações tecnológicas, os controles são normalmente feitos sobre a utilização particular (com cobrança ou não – dependendo da política da empresa) e o envio de relatórios mensais para os usuários.

De uma maneira ou de outra, as empresas têm buscado se resguardar de custos desnecessários e tentado aculturar esse público. “Habitualmente, quando são identificados abusos dentro das empresas, elas optam por realizar campanhas de conscientização entre os usuários, o que normalmente traz ótimos resultados. Mas é importante lembrar que a campanha necessita ser feita de forma contínua, e não apenas na implantação do controle ou na entrada de um funcionário. Além disso, os controles necessitam de implantação e execução de forma efetiva, obedecendo à política de uso da empresa, que em último caso representa advertências ou punições”, explica Lousada.

Na própria empresa Sumus, a gestão do custo com celulares passou por campanhas de conscientização, pois os gastos com os celulares corporativos vinham crescendo mês a mês. “Por meio de um trabalho de conscientização e de um estudo de perfil de utilização, foi possível nos últimos seis meses reduzir nossa conta em 35%. Muitos dos abusos acontecem de forma não proposital. Um exemplo disso é a utilização do celular quando muitas vezes se pode fazer uma ligação interna entre ramais", alerta Sérgio Ganhito, gerente de Recursos Humanos da Sumus.

É ainda necessário estabelecer um critério para a distribuição dos aparelhos. Definir quais são as pessoas e porque elas terão direito a utilizar este recurso é a parte mais difícil do processo. Retirar o aparelho para realocar o recurso será ainda mais complicado, pois pode ser interpretado como a retirada de um benefício, segundo explica Ganhito.

Porém, com tantos controles, o direito a privacidade passa a ser polêmico tanto para os funcionários quanto para as empresas. De acordo com Mauro Roberto Martins Junior, especialista em Direito de Tecnologia da Informação, a lei determina que a empresa tem o direito de monitorar tanto os celulares corporativos quanto os telefones fixos e demais ferramentas colocadas à disposição dos empregados.

“Uma vez que o uso destas tecnologias deve ser exclusivamente destinado à realização das atividades profissionais, a empresa fica resguardada de qualquer violação a privacidade. No entanto, se a empresa decidir monitorar o uso de telefones fixos ou móveis deve avisar os funcionários previamente. Do contrário, a empresa além de violar o direito de privacidade do empregado, ainda pode configurar o crime de interceptação telefônica previsto no art. 10 da Lei nº. 9.296/96, cuja pena é de reclusão de dois a quatro anos e multa”, explica o advogado.

A maneira mais correta de se formalizar o monitoramento, segundo Junior, é por meio de um regulamento interno, um código de conduta ou um termo de uso, onde o funcionário deve ser orientado sobre o uso correto da ferramenta, bem como sobre as proibições impostas. Em relação aos celulares corporativos, a empresa tem o direito de monitorar as ligações pela verificação de números chamados, bem como a escuta, gravação e armazenamento do conteúdo das conversas.

No entanto, a empresa não pode utilizar essas gravações para outros fins que não seja o de controle de uso das ferramentas da empresa postas à disposição do funcionário. Já o funcionário, resta como dever utilizar o celular corporativo estritamente do modo determinado pela empresa e ter o direito de ser avisado previamente sobre o monitoramento do aparelho.

Katia Cecotosti, editora do portal HSM Online

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Formação das Missões - Maio 2010



Diaconia Geral
Secretaria de Planejamento e Gestão Formação das Missões – Maio 2010
Planejamento e Estratégia

Objetivo deste treinamento:

Familiarizar a comunidade com os conceitos administrativos básicos incorporando-os à nossa linguagem apostólica comum e ao nosso trabalho cotidiano;
Ensinar a trabalharmos com o Planejamento Estratégico no nosso dia a dia.

Cronograma
1. Oração
2. Partilha sobre os últimos treinamentos
3. Leitura do texto em grupo “Jesus, os estrategista” (Emmir)
4. Segue orientação abaixo

Bem,

Estamos em 2010. Os manuais de formação já estão ao nosso alcance pelo terceiro ano, DVD,s não são mais novidade para nós, João Edson já gravou este DVD e até criou uma Secretaria só pra te ajudar com tudo isso: a Secretaria de planejamento e gestão.
Planejamento estratégico já faz parte do dia a dia do nosso trabalho (pelo menos de uma boa parte de nossos irmãos mais espertos).

E aí, na sua missão?
O Planejamento estratégico já chegou?
Você conhece as estratégias de sua missão para este ano de 2010? Quais são?
E as metas? Onde vocês querem chegar este ano? Quais os indicadores de vocês? O que dirá que vocês cresceram ou não?
Querem aumentar o número de grupos de oração? De jovens? De casais? De crianças? Querem aumentar as vendas na livraria e na lanchonete? Pra quanto? Quanto vocês vendem hoje?
Querem aumentar o número de ingressos na comunidade de vida? De aliança?
Isso tudo são Indicadores de resultados. Fácil, não?!
E como pretendem fazer isso? Como vão aumentar as vendas, o número de ingressos na comunidade, de grupos de oração, etc?
Agora falamos de Estratégia!
Viu? È simples.

Agora para quem já trabalha com planejamento:
1. Apresente as principais estratégias e metas da missão para este ano (Sugiro que você prepare antes uma planilha simples com estas informações, que estão lá no seu planejamento);
2. Agora discutam: “vocês estão atentos às estratégias de vocês no dia a dia, na hora de tomar decisões? São elas quem estão direcionando as atividades do seu dia a dia?” Responda isso pessoalmente.
3. E as metas de vocês? Estão sendo acompanhadas? Já houve algum progresso?
4. Se nada está sendo acompanhado, discutam e discirnam como vão fazer isso daqui pra frente, se for importante.
5. Mandem uma partilha pra Secretaria de planejamento planejamentomissoes@comshalom.org sobre o que vocês discutiram e decidiram hoje.

Se sua missão ainda não fez o planejamento de 2010:
1. Partilhem sobre qual seria a importância de ter um. Vejam o testemunho da missão de Salvador, pois lá não é Cafarnaum mas parece e Jesus tem algumas estratégias para lá também.
2. Depois, como o Planejamento Estratégico se trata de uma orientação do Governo Geral que não pode deixar de ser cumprida, pensem e marquem uma data para que o Planejamento de vocês seja realizado. Vocês vão precisar de 1 final de semana com o Conselho Local e coordenadores de ministérios e projetos e mais uma semana de trabalhos com todas as pessoas dos setores. Levando em consideração que nos setores existem muitas pessoas da Obra e da Aliança que não estão no Centro de evangelização todo o tempo.
3. Enviem também pra Secretaria de Planejamento planejamentomissoes@comshalom.org a partilha de vocês e a data prevista para o Planejamento.


Contem conosco. Estamos aqui para servi-los, orientando-os e ajudando-os a caminhar por onde o Senhor nos indica como comunidade.
De segunda a sexta, das 6 às 18 hs, o Santíssimo está exposto na capela da Diaconia, onde, funcionários e missionários, nos revezamos na intercessão por vocês. Por isso podemos dizer com propriedade: - Estamos rezando e trabalhando por vocês! Contem conosco!

Shalom!

Secretaria de planejamento e gestão
planejamento@comshalom.org (Eric – Secretário)
planejamentomissoes@comshalom.org (Raniere – Responsável pelo acompanhamento das missões)
treinamento@comshalom.org (Vanilton – Responsável pelo treinamento na Diaconia e 5 S aqui e em Fortaleza)
lishalom@gmail.com (Lícia – Nova integrante da equipe, com funções a serem definidas)


JESUS, O ESTRATEGISTA. E PORQUE NÃO?

O que se segue, ao meu ver, é para ser lido junto com o RL e todo o Conselho Local. Sabe porque? Porque é uma característica de Jesus na qual a gente quase nunca presta atenção: Jesus era um excelente... estrategista!
Aliás, para não ser injusta com a Trindade, preciso dizer que também o Pai e o Espírito são fantásticos nesta arte da estratégia. E, claro, para não causar ciúmes em Pedro, Paulo, Tiago, João Paulo II, Teresa de Jesus, dentre outros, preciso dizer que estes santos, também, puxaram ao Pai.
Veja bem: o Pai tinha seu “planejamento anual”. Seus tempos previstos para investir na terra até a plenitude dos tempos e, em seguida, após este tempo. Planejou sua estratégia bem direitinho, e deu tudo de si quando viu a besteira que o homem tinha feito com o pecado original. Primeiro, viriam os patriarcas. Depois, os profetas. Concomitante a eles, os anawim. Em seguida, Maria, o maior dos profetas e, enfim, o Salvador. Fim da primeira parte da estratégia: era chegada a plenitude dos tempos.
Claro que nós contribuímos para que Ele tivesse de ajustar seu planejamento e calendário por diversas vezes. Provocamos o dilúvio, os diversos exílios, a idolatria, entre outras mazelas. Demos muito trabalho ao Pai, Filho e Espírito Santo, que tiveram, a cada vez, de ajustar sua estratégia para não nos perder.
A segunda parte do planejamento, depois da plenitude dos tempos, estava, claramente, a cargo de Jesus. E ele não ficou aquém do Pai, com quem tudo faz, sempre. Eis alguns exemplos de sua perfeita estratégia para a evangelização e a revelação do amor do Pai:
1. Começou, como havia sido sugerido pelo Pai em Isaías 11, a curar os enfermos, libertar os cativos, ressuscitar os mortos. Conectou, assim, sua estratégia, seu planejamento estratégico, com o do Pai. Claro, juntamente com o Espírito Santo, os três sempre trabalharam em equipe. Sabem muito bem que quem não trabalha em equipe e em unidade pode fazer todos os planejamentos estratégicos do mundo e vai acabar dando com os burros n´água.
2. Curou a sogra de Pedro. Fantástica estratégia para quem queria fazer de Pedro o chefe de sua Igreja. Conquistou, assim, a mulher de Pedro e a sua sogra em uma tacada só e ainda mereceu uma boa comidinha: “ela pôs-se a servi-los”, diz Mateus.
3. Estabeleceu-se em Cafarnaum. Esta estratégia foi demais! Cafarnaum era a cidade por onde passavam todos - isso mesmo, todos, sem exceção – os viajantes que iam ou vinham da Síria e Damasco. Ficava bem na beira do Lago da Galiléia, onde estes viajantes tinham de ficar por algum tempo esperando o barco para atravessa-lo e pegar o restante da estrada do outro lado. Enquanto isso: evangelização neles! Jesus, realmente, não pregava prego sem estopa!
4. Curas no dia de sábado. Jesus parecia privilegiar os sábados para curar todo tipo de enfermidade e para fazer tudo o que a Lei dizia para não fazer. Uma fantástica estratégia pedagógica para ensinar com exemplos que o homem está acima do sábado e o amor acima da lei. Mais do que falar, a estratégia de Jesus era agir. Como diria João Paulo II, o mundo, já naquela época, não ouviria uma pregação, mas se sentiria atraído pelo testemunho.
5. A multiplicação dos pães e peixes. Em um tempo no qual as aldeias tinham, no máximo, cem pessoas, juntar cinco mil e dar-lhes o que mais necessitavam era o maior “truque de mídia” da época. Em vinte e quatro horas, todos, nas mais diversas aldeias, saberiam do acontecido.
6. A cura da mulher sírio-fenícia e do servo do centurião. Estratégia perfeita para tocar os estrangeiros e pagãos e, ainda por cima, deixar uma indicação clara para a Igreja, indicação esta que São Paulo iria perceber com perfeição.
7. Os vários encontros com os fariseus, saduceus, doutores da Lei. Jesus não se recusou nunca a confrontá-los. Pelo contrário, até, de certa forma, os provocava. Era uma estratégia para deixar clara a diferença entre sua doutrina e a deles e afastar os que ainda tinham dúvidas ou as confundiam.
8. Morte e Ressurreição em Jerusalém. Os profetas morriam em Jerusalém. O Filho de Deus, não só morria, mas ressuscitava lá. Era mais que um profeta! Seus discípulos não saíram de lá enquanto ele não ressuscitou e os enviou pelo mundo, em uma nova estratégia para a evangelização.
9. Comer cada vez que aparecia ressuscitado. Estratégia para mostrar que não era um fantasma e mantinha seus laços de amizade com os apóstolos e discípulos.
Teríamos, ainda, inúmeros exemplos de Jesus Estrategista como quando, por exemplo, ele decidiu não curar os enfermos que se aglomeravam à sua espera porque era preciso ir a outras cidades anunciar a Boa Nova, como nos conta Mc 1, 38. Cada vez que leio isso, fico pensando nas inúmeras vezes em que eu, por falta de estratégia, por não ter bem claro o meu objetivo e os meios para chegar lá, acabo me deixando levar pelas circunstâncias, desviando o caminho, perdendo meu tempo e, o que é pior, deixando de fazer a vontade de Deus para fazer a minha ou a das pessoas!!! Acontece isso com você? Com sua missão?
Depois da morte de Jesus, o estrategista passou a ser o Espírito Santo. Começou com a mesma estratégia utilizada por Jesus: curas, milagres, conversões aos milagres. Depois, claro, incompreensões, perseguições, prisões. A estratégia seguinte foi converter Paulo: judeu, muito culto, discípulo de Gamaliel, um geniozinho ambulante, formador de opinião, estrategista de primeira. E nós, às vezes, desprezamos a conversão de pessoas influentes como Paulo. O que o Espírito Santo precisou de Paulo não está no gibi! Foi através dele que o Evangelho chegou aos pagãos! Foi através dele que a doutrina foi escrita! Através dele que as comunidades foram fundadas e os carismas espalhados! Converter pessoas como Paulo é uma grande estratégia. Deixa isso com o Espírito Santo, mas seja você o Ananias que lhe tira a cegueira!
O Espírito utilizou-se ainda de outras estratégias, como a diáspora, por exemplo. Através da dispersão dos primeiros cristãos, a doutrina foi espalhada para todos os lugares. Por vezes, ele mesmo realizava a estratégia diretamente, como quando arrebatou Felipe e o levou até o eunuco da rainha.
Percorrendo a história da Igreja, teríamos milhares de exemplos das estratégias do Espírito Santo. Eis algumas:
1. Suscitou a pobreza de Francisco em meio à opulência da Igreja da época.
2. Suscitou os santos do século XVI – o século com maior número de santos – para combater a reforma protestante.
3. Fez com que as descobertas do Caminho das Índias e das Américas coincidisse exatamente com a expansão missionária dos jesuítas, que se encarregarem de evangelizá-las.
4. Colocou, depois do Vaticano II, exatamente um papa jovem que o implantaria pelos próximos 27 anos e daria impulso definitivo à tão sonhada Nova Evangelização.
5. Fez este papa experimentar as duas maiores e mais devastadoras dores do século XX: o nazismo e o comunismo.
6. Deu a este papa um amor especial pelos jovens.
7. Fez-nos nascer exatamente no pontificado deste papa da evangelização, dos jovens e da antropologia teológica.
O Pai, o Filho, o Espírito, os santos (que estrategista fina foi Teresa! Que negociadora de primeira!) e... você. Como você tem planejado sua estratégia para evangelização? Seu calendário anual de eventos já está pronto? E seu calendário anual para a sua casa comunitária? E seu calendário de formação? Que estratégia você adotará, este ano, para a evangelização dos jovens? E dos casais? E para a formação? Quantos cursos você fará? Em que meses? Quantos grupos de oração você deseja ter no final do ano? Quantas turmas de FB? Quantos seminários você fará este ano? Em quantos por cento deseja aumentar o número de vocacionados? Quantos por cento diminuirá de sua dívida a cada mês? Como você verificará isso? Todas estas metas já foram estabelecidas com seu conselho local? Ou você irá cometer a insanidade de trabalhar sozinho ou apenas com o “seu setor”?
Ou será que você resolveu que estratégia não é coisa de Deus e decidiu fazer tudo “conforme fosse aparecendo” e de última hora? Espero que não. Correria o risco de:
1. fazer tudo de maneira desorganizada
2. fazer tudo de última hora
3. não ter frutos na evangelização
4.não ter frutos na formação
5. perder o rumo com os acontecimentos inesperados e acabar sem alcançar seus objetivos
6. trabalhar sozinho, como se fosse o todo poderoso e causar indignação, perplexidade e falta de cooperação dos seus irmaos
7. não aumentar o número de grupos de oração
8. não aumentar o número nem a qualidade de vocacionados
9. não obter a adesão dos membros da Comunidade de Aliança, que, pela força das circunstâncias, tem sua vida planejada
10. perder a vaga no calendário dos pregadores da comunidade
11. perder a vaga com outros pregadores
12. deixar de participar adequadamente dos eventos da diocese, da paróquia e da comunidade porque as datas coincidem, porque não tem dinheiro (sem uma estratégia de planejamento financeiro, não há como economizar, vive-se sempre de angústia em angústia, de surpresa desagradável em surpresa mais desagradável ainda, para não falar de dívida em dívida)
13. deixar malucos os membros de sua casa comunitária que nunca sabem o que vão fazer, a que horas, aonde e como e acabam por perder compromissos importantes “por obediência”, tornando-se tão desorganizados como você em seus próprios apostolados e enlouquecendo os coordenadores destes
14. deixar revoltados os membros de sua comunidade que, por falta de objetivos, estratégia e previsão financeira, não podem cuidar da saúde, tirar férias, comprar um livro importante para a formação
15. escandalizar a Obra e a Igreja com suas atitudes desorganizadas, com a falta de objetivos claros, com os débitos, com campanha em cima de campanha para angariar fundos
16. deixar maluco o governo geral que não conhece seus objetivos, seu planejamento, sua estratégia
17. deixar insano o economato geral que acaba por ter cheques bloqueados e não ter o repasse do dízimo por sua falta de estratégia e objetivos claros
18. deixar atordoada a assessoria de formação que pensa que você está cumprindo o calendário e no fim vê que “não deu” porque o evento tal, porque o RL, porque a comunidade, porque o bispo...
16. pior: não fazer como a Trindade, como os santos e como Jesus, o grande Estrategista
17. pior ainda: não fazer a vontade de Deus
Claro, o Espírito sopra onde quer e Deus tem suas surpresas. Ter objetivos claros e uma estratégia clara, discernida em comum, para alcançá-los, entretanto, não é contrário ao Espírito. Confesso: eu mesma já pensei assim. Trabalhava, então, fechadinha no meu mundo, sem admitir mudanças, sem a colaboração dos outros assessores, sem crescer muito, agarrada em minhas próprias (e falsas!) seguranças.
Hoje em dia, sei exatamente o que quero como pessoa (plano pessoal de vida) e como assessoria (planejamento estratégico) para 2006 e 2007. Até abril de 2007, não há mais datas vagas em minha agenda. Por outro lado, há a data das férias, datas para o almoço com a família, datas do Governo e Conselho Geral, datas para avaliação e planejamento. Graças a isso, se Deus quiser, você terá os manuais de formação e os tão sonhados livros sobre os escritos, além dos retiros pessoais dirigidos, os DVDs, CDs, etc.
E o inesperado? E se Deus enviar algo imprevisto e mudar tudo?
Bem, aí, será estratégia Dele e, diante da Dele, como manter a nossa?

Sugestão final: que tal escrever um e-mail para o Assistente Geral e pedir a ele os dados básicos para traçar objetivos e estratégias para os governos locais? Bem simples, tipo como estabelecer o objetivo da missão, como coaduná-lo aos objetivos do governo geral, que datas levar em conta (calendário geral, assessorias, diocese, eventos da missão, feriados locais, padroeiro, etc.). Seria jóia se ele gravasse um DVD sobre o assunto, não é verdade?
Como vêem, o parágrafo acima é, no fundo no fundo, uma estratégia com o objetivo de que você consiga do João Edson a ajuda necessária para ser mais parecido com Jesus: um bom estrategista, como e com o Pai e o Espírito, para que o Shalom seja estabelecido no mundo inteiro. Que tal?
Quando fizer seu calendário anual, não esqueça de me enviar. Saberei que você leu este artigo, feito, com carinho, para você.
Shalom!

Maria Emmir


Partilha sobre o Planejamento Estratégico na Missão de Salvador.
Queridos irmãos,

O Planejamento Estratégico Shalom, na verdade a sua implantação, na cidade de Salvador, como em qualquer organização, é um desafio. Um desafio querido, e desejado por Deus em vista da nossa missão na Igreja, no cumprimento da sua santa Vontade. É uma graça que engloba o auto conhecimento, o reconhecimento da necessidade das mudanças, pessoalmente e como organização sermos transformados, de como um corpo nos deixarmos formar por Cristo. Graça que exige renúncia, coragem e disposição, graça que nos mostra os galhos velhos, aqueles que não dão frutos, graça que nos impulsiona para a oração, pois somente na escuta da Voz do Senhor, somente preenchidos de Sua Paz podemos comunicá-la ao coração do homem que anseia pela nossa manifestação. Então é a experiência de planejarmos com Cristo e com Ele buscarmos a Santíssima Vontade do Pai por meio da poderosa unção do Espírito Santo.

Neste sentido a missão tem crescido no entendimento e desejo concreto de implantar o planejamento. As reuniões ocorrem com freqüência mensal, nelas aplicamos os conteúdos encaminhados pela Diaconia, partilhamos como está o andamento das ações planejadas, e alinhamos as orientações para o melhor andamento das ações apostólicas. Ainda estamos crescendo quanto à participação dos encontros mensais, dando a devida prioridade. Neste ano pretendemos estar mais próximos das autoridades no sentido de garantir o acompanhamento dos planos de trabalho estabelecidos pelos Projetos, Ministérios e Setores da Missão.

Pretendemos ainda utilizar o encontro dos Servos Apostólicos para partilharmos e envolvermos a Obra nas ações planejadas.

Peço a oração de todos os irmãos para nos deixarmos formar e conduzir por Deus para sermos mais fiéis à nossa missão pessoal e comunitária.

Shalom!

Pedro Rios (Secretário de Planejamento Local)

LIDERANÇA CRISTÃ


1. O LÍDER, SEGUNDO O DICIONÁRIO

-“Indivíduo que chefia, comanda e/ou orienta, em qualquer tipo de ação, empresa ou linha de idéias” (Aurélio).
-“Guia: chefe ou condutor que representa um grupo, uma corrente de opinião, etc (Aurélio).

- Liderança:
É o processo de conduzir um grupo de pessoas.
É a habilidade e motivar e influenciar os liderados para fazer o bem e que contribuam da melhor forma com os objetivos do grupo ou da organização.

2. DISTORÇÕES NO ENTENDIMENTO DO QUE SEJA LIDERANÇA
2.1. O líder é aquele que faz tudo sozinho.
2.2. O líder é aquele que dá ordens.

3. O CHEFE E O LÍDER
3.1. Chefe é alguém designado formalmente para coordenar um grupo. Seu principal instrumento para conseguir que os subordinados trabalhem é a autoridade hierárquica.

3.2. O líder é alguém que se sobressai por possuir uma capacidade inata de fazer com que as pessoas o sigam. Nem sempre é nomeado formalmente. Seu principal instrumento para fazer com que os liderados trabalhem é sua capacidade de motivação. O líder influencia as pessoas.

3.3. A sociedade seja ela qual for, é conduzida através do tempo e da história, de modo consciente ou inconsciente, por líderes que lideram os mais diferentes tipos de grupos de pessoas.

4. LIDERANÇA CRISTÃ
-É a liderança exercida pelo cristão (a pessoa que Deus escolhe, dirige, e capacita, para administrar a sua obra e o seu povo conduzindo-o como pessoas). É o Senhor, nosso Deus quem levanta líderes no meio do seu povo (Jr 3.15; 23.4; Ef 4.7-12). Liderança é um DOM de Deus, mas pode ser aperfeiçoada: Moisés foi preparado “no Egito e no deserto de Midiã” (At 7.22; Ex 3.1); Josué foi preparado “através do convivio com Moisés” (Ex 24.12-14; 33.11; Nm 27.18); Davi foi preparado “cuidando de ovelhas” (I Sm 16.11; II Sm 7.8); Eliseu foi preparado “derramando água nas mãos de Elias” ( II Re 3.11); Timóteo teve em “Paulo uma fonte de inspiração” (At 16.1-3; II Tm 1.3-6).

4.1. Exemplos de lideranças cristãs:
• Liderança cristã no lar; na família: Gn 18.19; Et 1.22.
• Liderança cristã na administração da igreja: At 20.28 e Tt 1.5. Cf. a liderança de Moisés, Paulo, Tito. ( Igreja primitiva ).
• Liderança cristã no ministério: At 15.13 ( Tiago); 20.17 (Paulo).
• Liderança cristã no pastoreio, junto ao rebanho do Senhor: Jo 21.16 (Pedro); 2 Jo v. l (João).
• Liderança cristã na juventude evangélica: José, Josué, Davi, Samuel, Daniel, Timóteo.
Ver l Tm 4.12 "Ninguém te despreze porque tu és jovem" (literalmente).
• Liderança cristã na música; no louvor e na adoração ao Senhor: Davi, Hemã . (Ver l Cr 25. 1-5).
• Liderança cristã na administração e nas obras em geral: Neemias, Salomão.
• Liderança cristã na ciência: Salomão (l Rs 4.29-34).
• Liderança cristã nas artes: Davi, Bezaleel, Aolíabe.
• Liderança cristã na política: José, Davi, Isaias, Daniel. Ver Sl 78.72 (Davi).

5. LIDERAR
-É a um só tempo, planejar, organizar, dirigir, coordenar, controlar, e avaliar.
• Planejar. Tem a ver com o trabalho do líder, em geral, como um todo. É a função administrativa de prever e programar o trabalho, de modo generalizado. Em resumo: Planejar é estabelecer alvos realistas.
• Organizar. Tem a ver com o tempo disponível do líder. E consoante o tempo disponível que o líder agrupa recursos e fatores necessários aos planos já feitos. "Deus não é Deus de desorganização" (l Co 14,33 , literalmente).
• Dirigir e comandar. Tem a ver com as pessoas. É conduzir a organização, tomando decisões e controlando a execução de tarefas, e motivando as pessoas a ação: a) pelo exemplo; b) pela capacidade; c) pela experiência e d) pela dedicação ao povo e ao trabalho.
• Coordenar. Tem a ver com a integração das tarefas, visando a realização do trabalho como um todo. Coordenar, em liderança, é equilibrar a ação administrativa do líder.
• Controlar. É racionalizar, regular eficazmente as atividades, os desvios e distorções que podem ocorrer na função administrativa.
• Avaliar. Tem a ver com resultados. É a função administrativa de verificar os resultados, de acordo com as normas existentes e os padrões estabelecidos.

6. ESTILOS DE LIDERANÇA NO GERAL:
6.1. Liderança carismática.
- Esta forma de liderança concentra-se numa pessoa-ídolo; uma espécie de "vítima" ou herói.
- Tal líder passa a ser tido como de origem fora do comum; quase um "sobrenatural".
- Esse líder surge nas crises da nação e do povo.
- Sob tal líder, o povo muda sua linha de raciocínio de um instante para outro.

6.2. Liderança reformista.
- Esta liderança concentra-se em promessas, esperanças e anseios do povo.
- É uma liderança hostil, agressiva, destruidora.
- Geralmente o líder é muito persuasivo.
- Nessa forma de liderança ocorre mudança de instituições, de governo e de organização social.

6.3. Liderança coercitiva ou autocrática (auto= de si mesmo; kratia= governo)
- Neste caso, há sempre “euquipe” e não “equipe”
- É uma forma de liderança fixa e totalitária.
- Usa a força como dinâmica; é monopolista.
- O líder decide tudo sozinho, ou porque teve uma formação defeituosa, ou porque considera os liderados incapazes de ajudar, ou porque não sabe aproveitar as potencialidades dos outros ou por tudo isso junto (determina metas sem a participação do grupo).
- É pessoal nas críticas e elogios ao trabalho de cada pessoa.
- A Palavra de Deus adverte: "Não como tendo domínio sobre a herança de Deus" (l Pe 5.3 ).

6.4. Liderança autêntica.
- É a capacidade de mobilização de forças e recursos para o bem comum.
- Lidera pela capacidade, pelas qualidades de liderança, pela influência.
- Preocupação com a cooperação do grupo.
- Esta forma de liderança é pacífica, benéfica, progressiva, espontânea, e transitória.

7. O QUE LEVA UM LÍDER A ADOTAR UM ESTILO
7.1. A maneira como foi criado.
A pessoa criada em ambiente autoritário tende a ser autoritária.
Pessoa mimada tende a ser irresponsável, inconseqüente.

7.2. A maneira como foi ou é liderada.
Quando se lidera, se influencia a formação dos liderados.

7.3. A maneira como se chegou à liderança.
Se se chega à liderança em função do “magnetismo pessoal”, tem-se a tentação de subestimar as potencialidades dos outro. Alguém que é designado para liderar por ato determinativo, pode se sair muito bem ao se esforçar por ganhar a simpatia do grupo de maneira produtiva. Quem é escolhido pelo grupo já começa seu trabalho contando com a colaboração dos que o escolheram.

8. LIDERANÇA SEGUNDO A BÍBLIA
-Principais livros da Bíblia sobre liderança: Êxodo, Números, Josué, II Samuel, I Crônicas, Neemias, Filipenses, Tito.

8.1. A Santíssima Trindade e a liderança:
• O Pai (Sl 80.1 "Tu guias a José como a um rebanho").
• O Filho (Is 55.4). Aqui o Filho é profeticamente chamado "Príncipe dos povos". "Príncipe" é no original nagib = líder.
• O Espírito Santo (Jo 16.13) "guiará" é literalmente "conduzir" ao longo do caminho.

8.2. Qualidades de um bom líder cristão:
• Amor: Somente através do amor se pode conquistar o que há de mais precioso num relacionamento: a lealdade. “Se não tivesse amor, nada seria” (I Co 13.2).
• Capacitação divina: "Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens" (Mt 4.19), "Recebereis a virtude do Espírito Santo (...) e ser-me-eis testemunhas" (At l .8).
• Caráter íntegro: Caráter é o modo de ser, de sentir, de viver, e de proceder, de uma pessoa. O caráter está profundamente ligado à santificação e à fidelidade do líder cristão.
• Serviço: O líder cristão é um servo de Deus. Serve a Deus servindo ao próximo (Mt 20.26-28; 23.11; Jo 13.14).
• Fé em Deus: Fé é visão (Hb 11.1), fé é segurança (Sl 46.1-3).
• Submissão: Em primeiro lugar, submissão a Deus. Depois, submissão aos próprios líderes. Quem não sabe ser liderado, não sabe liderar. O que um líder faz com seus líderes, recebe de seus liderados (Gl 6.7).
• Autoconhecimento: Conhece as próprias habilidades e procura aperfeiçoá-las, para cada vez melhor utilizá-las.
• Autodisciplina (Autodomínio): O líder, antes de liderar os outros, deve liderar a si mesmo! Autodisciplina do corpo (l Co 9. 25-27); autodisciplina do coração, dos sentimentos (l Sm 16.6); autodisciplina da mente; do pensamento (2 Co 10.5); "temperança" através do Espírito Santo (Gl 5.22b).
• Obediência (Hb. 5.8): A obediência não nos é comunicada, nem transferida; é aprendida na escola do dever; da responsabilidade. Quem não é disciplinado na obediência, não deve dirigir, nem comandar. Há obreiros e líderes que só obedecem enquanto são pequenos, iniciantes e auxiliares. À medida que vão subindo, tornam-se indisciplinados e desobedientes.
• Maturidade social e espiritual: O fracasso de muitos líderes novatos (ou daqueles que nunca amadurecem) está relacionado a esta qualidade (Ec 10.16; l Tm 3.6).
• Humildade: Conhece e admite as próprias limitações para proteger os pontos fracos e, se possível, torna-los fortes. Jesus é visto como rei, em João, cap. 12, e a seguir, como servo, em João, cap. 13.
• Simplicidade: As coisas simples são mais funcionais (I Sm 17.49,50). Jesus, nosso maior exemplo, era um homem simples (Lc 15.2). No entanto, revolucionou o mundo!
• Competência: Conhecer o grupo; conduzir o grupo de forma a alcançar seus objetivos; aprimorar-se em relação ás necessidades do grupo e método de trabalho; manter o grupo em unidade (Ex 18.21).
• Iniciativa: Coragem de assumir responsabilidades. “Quem faz, pode até errar, quem não faz, já está errando”.
• Perseverança: Verdadeiros líderes vêem as dificuldades como desafios para desenvolver suas potencialidades. Falsos líderes os vêem como impossibilidades (Nm 14.24).
• Entusiasmo: Palavra de origem grega que significa “possuído”, “inspirado” por uma divindade. Jesus utilizava constantemente a expressão “tem bom ânimo” (Mt 9.2, 14.27; Lc 8.48), portanto ele próprio era uma pessoa animada. Tome como exemplo ainda o apostolo Paulo (Fp 1.18; Cl 2.6).

8.3. Características de um mau líder (um líder negativo)

• É desorganizado, e desordenado.
• É liberal na doutrina Cristã e nos bons costumes.
• Tem vida irregular, incostante.
• É politiqueiro, briguento, e insubmisso.
• É reclamador crônico.
• É problemático. Ele mesmo é um problema; ele gera problemas; ele dá problema; ele “compra” problema; ele complica problema; ele "fabrica" problema.
• É autocrático, prepotente, ditador.
• É maledicente (fala mal dos outros).

9. CRÍTICAS AO LÍDER
• Jesus foi criticado (Jo 7.12)
• A ÚNICA maneira de você não ser criticado: Não diga nada; não faça nada; não seja nada.
• Saiba que você jamais agradará a todos.
• Os críticos do líder são uma minoria.
• A crítica pode ser uma inveja. Cf. Saul e Davi (l Sm 18.7,8).
• Nossos críticos podem estar certos, e daí?

10. REFLEXÕES FINAIS SOBRE LIDERANÇA CRISTÃ
• Devemos nos dar conta de que estamos marcando a vida de outras pessoas.
• Deus suscita líderes (Davi, 2 Sm 7.8), mas também encosta líderes (l Co 9.27).
• O líder precisa saber que ele não é indispensável na obra de Deus. Isto é, se ele se for, a obra de Deus não vai parar por causa dele. Por isso, o líder não pode pensar que ele pode fazer tudo na obra de Deus.
• Busque a Deus antes de qualquer decisão final ligada à obra de Deus.
• Consulte companheiros, líderes auxiliares, líderes antigos, e pessoas idôneas, inclusive as que viveram situações idênticas às que você venha a encontrar.
• Para tomada de decisões na solução de um problema:
• 1) Indentifiqe o problema aparente;
• 2) Analise os fatos;
• 3) Avalie as alternativas; e
• 4) Selecione a melhor solução.
• Saiba que Deus fala de muitas maneiras, e não apenas da maneira que você está acostumado a ouvi-LO.
• Nosso caráter, nossa responsabilidade, nossa “forma de ser” deve refletir o caráter, a personalidade e a forma de Jesus Cristo.


Lembremos que somos chamados pelo nosso carisma a formar filhos de Deus maduros na fé. Homens e mulheres dispostos a dar a vida pelo outro, pelo reino. A disposição ao sacrifício é a marca da liderança Shalom.

Vanilton Lima
Secretaria de Planejamento e Gestão
treinamento@comshalom.org

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